“Ei, Ei! E se Essa Rua Fosse Nossa?”, do Balé Teatro Castro Alves. Foto: Lucas Malkut

O Balé Teatro Castro Alves volta a apresentar, em setembro, a montagem infantojuvenil “Ei, Ei! E se Essa Rua Fosse Nossa?”. Após a estreia em agosto, o espetáculo retorna nos dias 26 e 27, sábado e domingo, às 16h, no Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC), na Graça, em Salvador. A entrada é gratuita.

Coreografada pelo bailarino convidado Brunno de Jesus, a obra parte das calçadas periféricas e do ambiente urbano para aproximar dança, infância e cidade. A proposta nasce da pergunta “E se as cidades fossem projetadas pelas crianças?” e encontra na brincadeira do Pisa-Pé um ponto de partida para construir uma dança-manifesto, marcada pelo imaginário e pela potência criativa das infâncias.

Ao olhar para a forma como os espaços urbanos são ocupados, a montagem também percorre experiências presentes nas periferias, onde a rua assume diferentes funções de convivência, encontro e criação. Nesse percurso, o espetáculo propõe uma reflexão sobre pertencimento e sobre o direito das crianças ao brincar, tendo o corpo como instrumento para imaginar outras possibilidades de cidade.

A dramaturgia é assinada pelo diretor artístico do BTCA, Guilherme Hunder, em parceria com Brunno de Jesus. No elenco estão Agnaldo Fonseca, Amanda Moreira, Cristian Rebouças, Emerson Nascimento, Joelly Pereira, Ramon Moura, Felipe Silva, Thiago Nobre e Yasmin Almeida, bailarinos da companhia pública de dança da Bahia.

“Ei, Ei! E se Essa Rua Fosse Nossa?”, do Balé Teatro Castro Alves. Foto: Lucas Malkut

Onde mais encontrar o Anota Bahia:

📱 RedesInstagramThreadsFacebookX e LinkedIn

💬 CanaisWhatsApp e Telegram

📰 NotíciasGoogle Notícias

🎥 VídeosYouTube