Luís Guimarães

Eduardo e Agda Oliva – especialistas promovem integração entre odontologia e estética natural

    Eduardo e Agda Oliva. Foto: Luís Guimarães

    Após mais de duas décadas de história e conexão com os pacientes no Itaigara, a Clínica Oliva completa um ano de atuação no Horto Florestal, um bairro residencial, sofisticado e estrategicamente localizado. A mudança nos ares teve como objetivo traduzir a proposta de conforto, discrição e excelência que norteia a atuação do centro em lentes de contato, harmonização corporal e facial, implantes e cirurgias.

    A sede foi pensada para oferecer uma experiência ainda mais completa, em um espaço amplo, contemporâneo e acolhedor, com fácil acesso e conveniência tanto para os moradores do Horto quanto para os bairros vizinhos. Em entrevista ao Anota Bahia, os sócio-diretores, Eduardo Oliva e Agda Oliva, detalharam os frutos que estão sendo colhidos com a nova estrutura e abordagem da casa.

    As novas tendências no segmento da estética e wellness também são acompanhadas pela equipe multidisciplinar da clínica, que oferece procedimentos de alto padrão que priorizem a naturalidade, a harmonia e o respeito à individualidade de cada paciente. Durante a conversa também falaram das inovações e técnicas, que ampliam a precisão do diagnóstico, torna o planejamento mais criterioso e oferece maior previsibilidade aos resultados.

    A tecnologia tem um papel decisivo nessa grande exigência por qualidade. Infraestruturas como laboratório digital completo, tomografia, laser, piezoelétrico, centrífuga para PRF e derivados, são protocolos de ponta disponíveis aos soteropolitanos.

    A Clínica Oliva completa 25 anos de história. Em um olhar amplo da trajetória, quais desafios marcaram a criação da casa e quais princípios permanecem inegociáveis até hoje?

    Eduardo Oliva – Acho que o principal desafio é descobrir o que entregar com uma experiência diferente. A odontologia é uma só, mas ela pode ser vivida de diversos ângulos, diversas experiências. Trabalhar com odontologia premium, com qualidade técnica e de material, além de qualificação, especialização, mestrado e doutorado, é um caminho obrigatório, é necessário. O diferente é pegar toda essa qualificação técnica e entregar isso de uma forma diferente ao cliente. Esse é o grande desafio em 25 anos: fazer com que o cliente entre aqui, consiga ter um tratamento de alta qualidade e com a experiência diferenciada.

    O que a gente encontra hoje no mercado sendo de forma muito clara? As pessoas, na sua grande maioria, apresentam rejeição a tratamento odontológico, elas têm dificuldade de frequentar uma clínica odontológica. E isso se dá por quê? Se a gente passar um pouquinho no histórico, a gente teve uma odontologia muito sofrida, né? Talvez nossos pais, nossos avós, eles tinham que ir ao dentista para resolver um problema, mas aquilo tinha um custo psicológico muito grande. Na atualidade, a gente consegue oferecer tratamento com qualidade, com conforto e de uma forma que o paciente saia com experiência diferente — através de aplicação de recursos tecnológicos, técnicas modernas, materiais de última geração. Esse é o grande desafio, é tornar a jornada do seu paciente, a jornada do seu cliente interessante.

    Há pouco tempo, eu atendia um paciente que falou para mim: “poxa, se eu tivesse feito esse tratamento há mais tempo, eu não estaria na condição que eu estou hoje”. Realmente, ele me passou a sensação que ele descobriu uma forma de ser tratado e sair com uma experiência que incentive o seu retorno. Seja para tomar um café, para bater um papo, mas o paciente volta para fazer a sua revisão, porque a experiência é diferente e esse é o contexto que a gente vem trabalhando ao longo desses 25 anos.

    A escolha do Horto Florestal para essa nova fase representa mais do que uma mudança de endereço? O que motivou essa decisão?

    Eduardo Oliva – Essa mudança que não foi uma mudança de endereço, nós não saímos do Itaigara para o Horto Florestal para mudar endereço. Saímos do Itaigara para o Horto Florestal para mudar e criar uma experiência melhor. A nossa clínica ela foi pautada, todo o projeto arquitetônico e estrutural, para o paciente se sentir em casa. Quando ele chega aqui tem um sofá, que não é só um sofá, mas representa um lugar onde será acolhido, bem atendido. Aqui ele vai receber um café e ter uma conversa prévia antes do atendimento. Isso sem dúvida nenhumacria uma experiência diferente. Ele vai ser atendido e vai lembrar não só do atendimento, mas vai lembrar também de toda a sua jornada do início ao fim do tratamento. Então essa minha mudança de filosofia, de ampliação, de modernização do conceito de saúde e vindo para o Horto Florestal.

    Agda Oliva – O que eu mais acredito é que todo paciente ele tem que se sentir acolhido, mas ele tem que se sentir acolhido em todas as vertentes, em todas as situações. Quando a gente pensou em se mudar, sair de lá do Itaigara e vir para cá, independente de qualquer lugar, o que a gente pensava era transformar isso aqui num ambiente aconchegante, um ambiente onde a pessoa se sentisse acolhida, onde ela tivesse toda uma ambientação confortável e associada a isso, todos os tratamentos de ponta que a gente pudesse entregar.

    Toda a arquitetura da Oliva, toda a conformação de recepção e de salas, traz esse ambiente de casa em todos os detalhes. Aliado a isso, é claro, todas as tecnologias. Nosso objetivo é sempre entregar o melhor que a gente encontra no mercado para o nosso paciente, aliada à essa estrutura que para mim é incrível. Eu fico brincando que eu nunca tive tão pouca pressa de voltar para casa, porque aqui eu me sinto em casa, eu fico até na dúvida se aqui não é um pouquinho melhor do que na minha casa.

    Essa é a sensação que eu tenho todos os dias que eu chego para trabalhar, de que eu me sinto em casa, que eu me sinto acolhida, que aqui é um ambiente onde eu posso entregar aquilo que eu entrego para a minha visita em casa. Eu faço desse ambiente a minha segunda casa, uma casa confortável, uma casa luxuosa assim, mas porque eu acho que o meu paciente merece isso e eu acho que eu tenho condições de entregar isso. Eu entrego a estrutura e aliado a isso tudo de melhor, de tecnologia, de conhecimento científico, de acurácia no que a gente faz e de pré-visibilidade de resultado, que é isso que faz diferença.

    Como uma medicina integrativa e abordagens multidisciplinares conversam com a harmonia e a individualidade do paciente?

    Agda Oliva – Tudo acontece através do mesmo critério que a gente sempre teve: respeito. A traz tudo de melhor que existe com foco em saúde, individualidade e beleza, mas sempre respeitando tudo que fomenta a nossa clínica. Buscamos entregar o que temos de melhor, com a melhor técnica, com o melhor material, com o melhor critério de entrega, sem pensar exclusivamente em um fator de venda, mas pensar em entregar o que tem de melhor. Com isso, é claro que a gente se coloca numa clínica de excelência, com os melhores procedimentos, com os melhores resultados, mas sempre pensando primeiro no nosso paciente. Entregar o que tem de melhor e com excelência, como a gente sempre fez se tratando de sorriso, é um objetivo nato nosso.

    Eu quero continuar a entrar nesse mercado, no qual eu já trabalho há cerca de dez anos, sem me desvincular daquele valor que é primordial para nós, que é entregar o que tem de melhor no mercado. E para isso é importante que a gente seja sempre estudando, que a gente seja sempre em pesquisa, procurando quais são as melhores tecnologias, quais são os melhores materiais e quais são os melhores procedimentos. Tudo isso pensando no envelhecimento do nosso paciente de uma forma ampla, no hoje, no amanhã, no aqui há dez anos, daqui há vinte anos, porque esse caminhar da Oliva não vai acabar por aqui. É importante que a gente pense em entregar o que tem de melhor para esse paciente, fidelizando dele hoje, amanhã e lá na frente, como a gente vem fazendo. E para que isso seja possível, a gente precisa ter esse olhar crítico para entregar sempre o que tem de melhor no mercado.

    Envelhecer com qualidade de vida é uma meta definida por várias pessoas. Como a clínica pode auxiliar seus pacientes nesse quesito?

    Agda Oliva – Invariavelmente, as pessoas acham que tratar o envelhecimento do sorriso e da face é só pensar em procedimentos pontuais. Normalmente fazem um botox, um preenchimento e depois buscam linkar os procedimentos. Na Oliva pensamos no envelhecimento como uma questão multifatorial. A pessoa não envelhece só porque o dente envelheceu ou só porque a face está com ruga. É preciso entender que é um procedimento de dentro para fora, que ele é intrínseco. Hoje a gente tenta pautar nosso tratamento e nosso planejamento exatamente nisso. Eu preciso abraçar o máximo de fatores multifatoriais e amplos que a gente tem, como nutrição, psicológico, e associar ele às grandes possibilidades para poder dar uma puxada de mão, um freio nesse processo de envelhecimento.

    É necessário avaliar nosso paciente, entender quais são os critérios individuais de envelhecimento que ele nos traz e ver como é que a gente pode mediar esse processo. Pode ser preciso acompanhamento psicológico e nutricional, ou um foco na saúde e estética bucal ou nas camadas da face. Gerenciamos esse envelhecimento que é mostrado hoje, mas pensando nesse envelhecimento daqui a 5 anos, daqui a 10 anos, daqui a 20 anos. Como é que esse paciente pode envelhecer bem e ter a tão sonhada longevidade que todo mundo quer hoje? Avaliamos como manter uma autoestima dentro desse processo, com foco em saúde e longevidade.

    À medida que ela envelhece, as coisas mudam. São as grandes demandas do dia a dia, da vida dela, que não tem jeito. Junto com isso, a gente ainda tem alterações que são endógenas mesmo, como as alterações hormonais. Então os padrões de envelhecimento são diferentes e a gente precisa ter um olhar atencioso. Eu preciso identificar naquela paciente, naquela mulher, quais são os pontos que eu tenho de alteração e trilho para ela um plano de tratamento voltado para essa alteração que ela apresenta. Ou seja, caso seja hormonal, podemos fazer pequenos ajustes, às vezes no estilo de vida, na sua rotina, na sua alimentação e no seu olhar individualizado para ela mesma. Então é isso que eu faço comigo, é isso que eu faço para mim, é esse olhar crítico que eu tento fazer comigo todos os dias, mediante essas questões que são inerentes ao nosso envelhecer. Todo mundo quer envelhecer, mas todo mundo quer envelhecer bem. É isso que eu tento colocar em pauta todos os dias dos meus atendimentos.

    Depois de um quarto de século de atuação, quais são os próximos passos da Clínica Oliva e como o futuro está sendo planejado?

    Eduardo Oliva – A gente já está com esse projeto de implantação de diversos serviços, diversas experiências. Temos que pensar agora o que a clínica vai oferecer nesses próximos cinco anos, porque o que a gente oferece já está no mercado. As pessoas buscam o que? Buscam quem tem a melhor qualidade, só que buscam também novidades, buscam também transformações, buscam novas experiências com resultados cada vez melhores. Por que a expectativa de vida hoje aumenta cada vez mais? Será que nós, por si só, estamos conseguindo viver mais? Ou será que nosso estilo de vida vem mudando, vem alterando? Será que a gente vem adquirindo novos hábitos, vem pensando mais em saúde? A gente vê a mudança da sociedade como um todo e as pessoas hoje buscam longevidade e previsibilidade.

    O grande desafio é passar para o nosso paciente que aqui ele tem previsibilidade de tratamento e que aqui ele tem uma experiência extremamente diferenciada onde ele não vai somente tratar seu dente, mas vai ser tratado como indivíduo como um todo. A gente se chamava como Oliva Odontologia Especializada e, agora, a gente entra numa fase que a gente chama Clínica Oliva, porque a gente incorporou novos conceitos de saúde. Dentro desse conceito de bem-estar e longevidade com qualidade, a gente implementa serviço com nutrição, estética corporal, psicologia, geriatria. Então a gente vem buscando o quê? A gente vem buscando tratar o nosso indivíduo onde ele mais deseja: na qualidade de vida.

    Agda Oliva – Hoje o grande foco da odontologia, e da Oliva principalmente, é tentar entregar para o nosso paciente o que de melhor a gente tem, mas sem esquecer que ele tem uma particularidade, que ele é um indivíduo único. Respeitando a empatia e a valorização individual de cada um, a gente sabe que a odontologia mudou muito. O foco não está somente no paciente enquanto face de sorriso, mas como um todo.

    É de extrema importância que a gente consiga trazer todo esse valor que a gente sempre teve no olhar para o sorriso e para a função mastigatória, mas também para o bem-estar, para a beleza, para o autocuidado e para a autoestima do nosso paciente. É muito maravilhoso você poder entregar essas duas vertentes, né? Não tem nada melhor do que uma pessoa se sentir bonita, se sentir bem. Hoje o que a gente quer entregar para o paciente é isso. Ele se sentir bem, ele se sentir confiante, ele se sentir bem posicionado. Conseguimos abraçar todas essas vertentes, o que deixa a clínica muito feliz.

    Agda Oliva. Foto: Luís Guimarães
    Eduardo Oliva. Foto: Luís Guimarães

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