Jair Bolsonaro. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Na última segunda-feira (6), o Batalhão de Polícia do Exército (BPE) informou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que entregou as armas de fogo registradas no nome do Jair Bolsonaro à Polícia Federal. Os militares também comunicaram que duas das oito armas não foram entregues porque não estavam sob a guarda do ex-presidente. A medida acontece após a renovação da prisão domiciliar.

A defesa afirma que todo o armamento está guardado nas instalações do Exército. Dentro desse contexto, Moraes determinou a suspensão de sua porte de arma e solicitou a apreensão daquelas registradas no nome do ex-presidente. O ministro entende que a posse de armamentos não é compatível com o cumprimento da pela de 27 anos e três meses de prisão, conferidas a Bolsonaro dentro do processo da Trama Golpista.

A ação acontece após uma arma ser encontrada com um dos seguranças do ex-presidente, sob seu nome no registro. O armamento foi apreendido quando um Honda Civic foi parado em um ponto de bloqueio no Pistão Norte, em Taguatinga. Na abordagem, o motorista se identificou como servidor do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) e disse que a arma pertencia ao ex-presidente. A defesa de Bolsonaro reconheceu que o ex-presidente é proprietário da arma e afirmou que ele não está proibido de a manter em casa.

Jair Bolsonaro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil.
Jair Bolsonaro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil.

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