
A Biblioteca do Meio Ambiente Milton Santos recebe, desde a última segunda-feira (2), a exposição ‘Zonas Úmidas: territórios de vida, cultura e cuidado’ que traz um papel educativo importante ao aproximar a população do problema ambiental. A proposta é chamar a atenção do público para o descarte inadequado de resíduos e os impactos diretos desse comportamento nos rios, oceanos e demais ambientes aquáticos.
A exposição apresenta esculturas produzidas com resíduos sólidos recolhidos durante ações de limpeza de praias realizadas pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). Manguezais, lagoas, pântanos e outras áreas alagadas são apresentados como ecossistemas fundamentais para a manutenção da vida e do equilíbrio ambiental.
“A gente percebe, nessas ações de limpeza, a grande quantidade de lixo que ainda é descartada em locais incorretos. Trazer essas obras para a biblioteca é uma forma de mostrar isso ao público. Esse lixo vai parar nos rios e nos oceanos, é ingerido pelos peixes e depois volta para a gente, podendo causar doenças”, afirma Nádia Cristina Xavier, bibliotecária responsável pelo espaço.

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