A relação do Grupo Empório com a CASACOR Bahia 2026 ganhou um novo capítulo na última terça-feira (18). Cerca de 20 arquitetos do elenco da mostra participaram de uma edição especial do Empório Open, programa proprietário que abre as portas da Casa Verde, sede do Grupo em Salvador, para experiências, encontros e conexões com profissionais e parceiros.

Desta vez, o encontro teve como ponto central o Workshop Floral Cinco Sentidos, conduzido pela CEO do Grupo Empório e curadora de experiências vivas, Elis Piñón. Ela propôs uma imersão na sensorialidade a partir do contato com flores, plantas, texturas, aromas e composição, aproximando os profissionais de conceitos que vêm ganhando cada vez mais espaço na arquitetura contemporânea, como biofilia, botânica, design sensorial, bem-estar e memória afetiva, atributos do wellness contemporâneo presentes no dia a dia do Grupo e nos projetos da Empório Decor e Empório Experience.

“Hoje, realizamos um workshop floral construído a partir do despertar dos cinco sentidos e da sensorialidade, um território que faz parte da essência do Grupo Empório. Quando estimulamos o olhar, o toque, o olfato e a relação com os elementos naturais, mostramos na prática como um ambiente pode despertar emoções e criar experiências”, afirma Elis.

A ação acontece em um momento de maior aproximação do Grupo Empório com o mercado de arquitetura e interiores. Em sua segunda participação na CASACOR Bahia, que este ano apresenta o tema “Mente e Coração”, a empresa está presente por meio da Empório Decor, Loja Conceito do Grupo, na composição e humanização de três ambientes da mostra, com diferentes arquitetos: o Restaurante Travessia, de Carol Barreto; a CasaCura, de Milena Saraiva; e a Cafeteria Quintal Brasis, de Pedro Chezzi.

Da experiência à especificação

Para os profissionais que participaram do Empório Open, o encontro também permitiu conhecer de perto possibilidades de aplicação das soluções do Grupo em seus projetos.

A arquiteta Nathalie Souza, que ainda não conhecia o ecossistema integrado da Empório, destacou justamente essa descoberta. “Foi uma experiência que nos conectou com os produtos e com tudo o que a casa oferece. Conhecer a vegetação, os materiais e as diferentes possibilidades abriu uma perspectiva muito interessante, inclusive para trabalharmos em conjunto com o Grupo nos nossos projetos”, declara.

Já Lara Castro, também uma jovem arquiteta, relaciona a experiência à etapa de humanização dos ambientes. “A produção é o toque final, quando conseguimos trazer personalidade para aquilo que projetamos. É por meio das peças, das flores, da natureza e de objetos que tenham algum significado para o cliente que conseguimos transformar realmente um espaço”, avalia.

E para o arquiteto Vitor Martins, a experiência ainda despertou uma dimensão afetiva. O contato com as flores o remeteu às lembranças da avó e reforçou uma percepção que pretende levar aos projetos. “Trazer a natureza para o espaço é muito importante. Seja por meio do paisagismo, das plantas estabilizadas ou permanentes, essa presença muda a percepção do ambiente e traz um lado mais humano”, destaca.

Curadoria autoral na CASACOR

Essa conexão entre natureza, memória, arte, design e experiência também orienta a participação da Empório na CASACOR Bahia 2026. Sob a direção criativa de Elis Piñón, cada uma das três intervenções foi desenvolvida a partir do conceito concebido pelos respectivos arquitetos.

No Restaurante Travessia, de Carol Barreto, o Grupo criou uma composição com paisagismo tropical sensorial, cerâmicas artesanais, barro e elementos naturais da coleção Oásis, dialogando com as referências à Bahia, ao tropicalismo e à memória afetiva presentes no projeto.

Na CasaCura, de Milena Saraiva, cerca de 90% da intervenção da Empório está concentrada no paisagismo seminatural, com espécies e elementos selecionados para reforçar a atmosfera de regeneração, acolhimento e bem-estar. Entre eles estão oliveiras, incorporadas também pelo simbolismo associado à paz, longevidade e esperança.

Já no Quintal Brasis, de Pedro Chezzi, móveis, baús, objetos vintage, antiguidades e peças garimpadas ao longo dos anos por Elis ajudam a construir uma atmosfera inspirada nos quintais brasileiros e nas memórias das antigas casas de interior.

“Cada projeto tem uma linguagem própria. Nosso trabalho começa pela compreensão da essência concebida pelo arquiteto especificador e das sensações que aquele ambiente pretende provocar. A partir daí, paisagismo, arte, objetos e design passam a fazer parte de uma mesma narrativa”, explica Elis Piñón.

Com atuação em projetos residenciais, corporativos, comerciais, de hotelaria, gastronomia e saúde, o Grupo Empório reúne soluções de paisagismo estabilizado e seminatural, design floral e sensorial, cenografia, mobiliário, objetos e peças de curadoria autoral.

Entre os diferenciais está o desenvolvimento de soluções funcionais e estéticas de baixa necessidade de manutenção e elevada durabilidade. A tecnologia utilizada no paisagismo conta com laudo técnico do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que atesta seu desempenho como solução de conforto acústico, agregando funcionalidade à aplicação dos elementos naturais nos ambientes.

“Os projetos de hoje também precisam ser pensados para serem sentidos. A biofilia, a neuroarquitetura e o design sensorial ampliam nossa compreensão sobre bem-estar, pertencimento e qualidade de vida. O ambiente influencia diretamente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos”, conclui Elis Piñón.

Fotos: Divulgação.