Léo Rocha. Foto: Júlia Lacerda

Nesta sexta-feira (8), o músico baiano Léo Rocha inicia uma nova fase em sua trajetória, posicionando a música como lente, abrigo e travessia. Após anos construindo sua trajetória nos bastidores da música como baixista, produtor e arranjador, o artista dá um passo íntimo e decisivo: o primeiro trabalho solo. O álbum “Um Tanto de Tudo Que Vejo” se propõe como obra completa, com início, meio e fim, em que cada faixa se conecta como capítulo de uma narrativa sensível.

A produção nasce da delicadeza de quem observa e da urgência de quem precisa transformar o que sente em música. Nele, Léo propõe com linguagem poética e arranjos cuidadosos, um olhar sensível e particular sobre o mundo ao redor. “Esse álbum é um compilado do que vi e transformei em canção nos últimos anos. Fala essencialmente de amor, mas também do que é ser músico hoje”, define.

O disco reúne dez faixas autorais com referências latentes a cantautores brasileiros que vão de Chico Buarque e Edu Lobo a Joyce e Fátima Guedes, e conta com participações de nomes da cena soteropolitana, como Luíza Britto, Angela Velloso e Cyntia Rocha. “É um trabalho que transita entre o íntimo e o coletivo”, destaca o artista.

Musicalmente, o álbum se insere na tradição da MPB dos cantautores, dialogando com nomes clássicos e contemporâneos, mas sem perder sua identidade própria. Os arranjos são cuidadosos, criando espaços onde a palavra respira e o silêncio também diz.

Léo Rocha. Foto: Júlia Lacerda

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