
Na última quinta-feira (26), o Palácio do Planalto foi cenário de um encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e líderes apostólicos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, fundada nos Estados Unidos. Segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), a visita tratou do trabalho missionário da igreja no Brasil, incluindo ações de ajuda humanitária. Durante o encontro, os apóstolos, conhecidos popularmente como mórmons explicaram a Lula o funcionamento da igreja e o trabalho religioso desenvolvido.
Os integrantes se envolveram no apoio às famílias atingidas pelas enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul, em 2024, e se ofereceram para fazer um trabalho similar na ajuda aos atingidos pelas tempestades na Zona da Mata em Minas Gerais, que já resultaram em 59 mortes. Além disso, os líderes mórmons agradeceram ao presidente pelo trabalho em defesa da liberdade religiosa no Brasil.
“Fiquei feliz ao ouvir que a liberdade religiosa no Brasil contou, nas palavras dos religiosos, com amplos incentivos dos meus governos. Agradeci o apoio com as ações humanitárias, e pedi o engajamento da igreja no Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, para que o combate à violência contra as mulheres tenha o engajamento de todos os segmentos da sociedade”, disse Lula.
Os religiosos estavam representados pelo apóstolo Ulisses Soares, a principal autoridade mórmon no Brasil; pelo ex-governador do estado norte-americano de Utah, nos EUA, Michael Leavitt, presidente do Coro e Orquestra do Tabernáculo na Praça do Templo, parte da Igreja Mórmon; e pelo diretor da igreja em Salt Lake City e ex-senador dos EUA, Gordon Smith. Outros três representantes do grupo religioso também participaram da reunião. O advogado-geral da União, Jorge Messias, participou do encontro.

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