Moeda
Moeda. Foto: Pixabay.

Com índices de estabilidade, o primeiro Boletim Focus de 2026 apresentou variação apenas em uma das quatro medianas projetadas pelo mercado financeiro. A expectativa para a inflação ficou em 4,06%, conforme divulgado nesta segunda-feira (5), pelo Banco Central. O valor recebeu aumento de 0,01 ponto percentual em relação ao previsto nas últimas semanas de 2025, após oito estimativas seguidas de queda. Há cerca de um mês atrás, o mercado avaliava uma inflação de 4,16% ao final deste ano.

Já em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), as expectativas são positivas. As projeções apontam um crescimento de 1,8% em 2026 – mesmo percentual projetado para 2027. A taxa Selic, considerada a taxa básica de juros deve cair dos atuais 15% para 12,25% ao longo do ano. Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Por outro lado, quando a taxa é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo.

Inflação. Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

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