
A Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) emocionou o público que lotou a Concha Acústica do Teatro Castro Alves, na última sexta-feira (9), com a terceira edição do Osbrega – Concerto do Amor. O espetáculo apresentou releituras sinfônicas de clássicos da música romântica popular, do arrocha ao pop, em uma noite marcada por emoção, canto coletivo e forte conexão com a plateia.
Sob regência do maestro Carlos Prazeres, o repertório passeou por sucessos como “Porque Homem Não Chora”, de Pablo, “Infiel”, de Marília Mendonça, e “Frisson”, de Tunai. Um dos momentos mais comentados da noite foi a transição entre “Berghain”, de Rosalía, e “Cheia de Manias”, do Raça Negra, com participação especial da soprano Raquel Paulin.
Para o maestro, o concerto reafirma o papel da orquestra como espaço de diversidade musical. “O que a gente faz aqui não é uma homenagem caricatural, é uma homenagem sincera e com muito amor a esses caras que unem todas as gerações”, afirmou Carlos Prazeres. No palco, os cantores Guigga e Juliana Linhares conduziram o público em coro, verso a verso, em canções que marcaram diferentes épocas.
Na plateia, o envolvimento foi imediato, com público de todas as idades cantando, dançando e se emocionando. A cantora Juliana Linhares destacou a potência do encontro. “A música é imensa e múltipla porque a gente faz coisas como essas acontecerem. A gente amplia a nossa cabeça, a nossa visão, pra ouvir mais e pra se amar mais”, declarou.

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