
O dia 1º de setembro é o prazo para a Procuradoria-Geral da República (PGR) analisar o relatório da Polícia Federal que indicou Jair Bolsonaro e o deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), no inquérito do tarifaço do Estados Unidos contra o Brasil. O prazo também vale para a manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente e avaliação dos argumentos apresentados pelos advogados.
A ampliação do prazo, que terminaria nesta quarta-feira (27), foi definida na decisão na qual Moraes determinou que a Polícia Penal do Distrito Federal realize a vigilância integral da casa do ex-presidente. O documento foi enviado pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, com a justificativa de garantir a “aplicação da lei penal”.

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