
O ano de 2025 ficou marcado por despedidas que mobilizaram o público no Brasil e no mundo. Personalidades da música, da arte, da religião e da comunicação morreram ao longo do período, deixando contribuições reconhecidas em diferentes áreas. Entre os nomes estão Preta Gil, o Papa Francisco, Arlindo Cruz e referências internacionais, além de figuras que tiveram papel central na história recente da Bahia.
Na Bahia, as despedidas tiveram forte impacto simbólico e social. A morte do líder espiritual Divaldo Franco comoveu milhares de seguidores do espiritismo no Brasil e no exterior, em razão de sua atuação humanitária e educacional ao longo de décadas. Já o falecimento da jornalista Wanda Chase representou uma perda significativa para a comunicação baiana, diante de sua trajetória na televisão e da contribuição para a valorização da cultura, da diversidade e das pautas sociais no estado.
No cenário nacional, a cantora e atriz Preta Maria Gadelha Gil Moreira morreu em 20 de julho de 2025, aos 50 anos, em Nova York. Filha do cantor Gilberto Gil, a artista enfrentava um câncer no intestino, diagnosticado em 2023. Com carreira consolidada na música e na televisão, Preta Gil ficou conhecida por sucessos como “Sinais de Fogo” e “Vá se Benzer”, além de sua atuação pública em pautas ligadas à diversidade, ao combate ao racismo e à gordofobia.
Outra despedida de grande repercussão foi a do Papa Francisco, líder da Igreja Católica e primeiro pontífice latino-americano. Durante seu papado, Francisco se destacou por posicionamentos voltados ao diálogo inter-religioso, à defesa dos mais pobres e a temas sociais contemporâneos. Sua morte provocou manifestações de luto de líderes religiosos, chefes de Estado e fiéis em diferentes países.
A música brasileira também perdeu, em 2025, o sambista Arlindo Cruz, referência do gênero e autor de composições gravadas por diversos intérpretes. O artista teve papel central na consolidação do samba nas últimas décadas, influenciando gerações e deixando um repertório amplamente reconhecido.
No cenário internacional, o ano foi marcado ainda pelas mortes do músico jamaicano Jimmy Cliff, um dos pioneiros do reggae, do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, reconhecido por retratar questões sociais e ambientais, e do ator Robert Redford, símbolo do cinema norte-americano.

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