
Pelo segundo ano consecutivo, o Punk Hazard Studios realizará o after party oficial do Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema, que acontece neste sábado (05). A festa reunirá profissionais e amantes do audiovisual para uma celebração especial no rooftop do Cine Glauber Rocha, em Salvador. Realizado anualmente no Centro Histórico de Salvador, o festival se destaca por suas mostras dedicadas ao cinema de animação, produções brasileiras e homenagens a cineastas, fortalecendo a cultura local e incentivando um olhar crítico sobre o audiovisual. O after party chega para celebrar esse encontro internacional e o espaço para os realizadores baianos.
Fundado em 2018 pelos irmãos Mateus Aragão e Filipe Pires, o estúdio Punk Hazard é especialista em pós-produção de som para cinema, games e publicidade. Para eles, realizar a festa nessa edição tem um gosto especial, visto que, estão participando do festival com seis projetos na competição: ‘Meu Pai e a Praia’, dirigido por Marcos Alexandre; ‘A menina que queria voar’, de Tais Amordivino; ‘Ataques Psicotrônicos’, de Calebe Lopes; ‘Borderô’, de Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenheiter; ‘Vovó foi pro céu’, também de Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenheiter; e ‘Volta ao mundo, Kamará’, de Eduardo Tosta e Karol Azevedo.
“O after extrapola a celebração do audiovisual. Ele acontece nesse contexto, mas traz outras vertentes porque conectamos diferentes setores e iniciativas. Temos parcerias com aceleradoras reconhecidas, clientes da área de games, publicidade e com aceleradoras que valorizam o incentivo à cultura e o fortalecimento do movimento negro. Não é apenas sobre a festa em si – ao longo do ano, coletamos feedbacks e fomos estruturando ações que fazem sentido para esse ecossistema, ampliando as possibilidades de conexão e troca”, conta Filipe Pires.
De acordo com Aragão, a evolução do Panorama caminha junto com o crescimento do estúdio. O projeto nasceu do esforço de duas pessoas vindas do interior, que se estabeleceram em Salvador e, hoje, estão cada vez mais inseridas no circuito da economia criativa, fomentando o cinema. Segundo os fundadores da Punk Kazard, o reconhecimento diz muito sobre o futuro da indústria em um momento de intensas discussões sobre leis de incentivo e editais. “Para além dos apoios, o networking é essencial para avançar em iniciativas promissoras, como o nosso after”, afirmam.

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