Margareth Menezes e Bruno Monteiro nas obras do Novo TCA. Foto: Caio Leal

Na última terça-feira (27), a ministra da Cultura, Margareth Menezes, veio a Salvador para vistoriar as obras do Novo Teatro Castro Alves, conferindo diferentes áreas do Complexo. A Sala Principal, o Foyer, o Jardim Suspenso, os espaços administrativos e o Centro Técnico, que será ampliado e passará a abrigar o Laboratório Cenográfico, estiveram no roteiro da visita. Tombado pelo IPHAN como patrimônio cultural, o centro passa por sua terceira reforma, consolidando-se como um equipamento cultural moderno, seguro e preparado para as próximas gerações.

“O primeiro palco da minha vida foi aqui. Eu nunca tinha pisado em um palco antes. Desci da última cadeira da plateia até o palco, falando minha poesia, nervosa, mas tomada por aquela descoberta. Isso ficou marcado em mim para sempre. Este teatro é uma joia para a Bahia, para a música popular brasileira e para a cultura do Brasil”, destacou Margareth.

Segundo secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, as obras estão em estágio avançado e mais de 70% das intervenções já estão concluídas. A iniciativa não se limita à obra física, mas envolve planejamento de funcionamento, governança e retomada das atividades culturais do equipamento após a inauguração. Executada pela Conder, o projeto se baseia em cinco eixos principais: acessibilidade; restauro; modernização; atualização tecnológica; e sustentabilidade.

“Entramos agora em uma fase decisiva, com frentes de trabalho acontecendo de forma simultânea. O Teatro passa pela maior transformação da sua história: ganha novos espaços e se moderniza ao mesmo tempo que preserva suas características, sua identidade e sua excelência. É uma obra que respeita o passado e prepara a casa para o futuro”, celebra Bruno Monteiro.

O presidente da Conder, José Trindade, reafirmou o compromisso com os prazos estabelecidos pelo Governo da Bahia e afirmou que a obra seguirá em andamento contínuo, inclusive durante o período do Carnaval. “Lá fora é a folia, a festa, mas aqui dentro o batuque vai ser outro: o batuque dos trabalhadores, das máquinas”, disse.

Margareth Menezes e Bruno Monteiro nas obras do Novo TCA. Foto: Caio Leal
Margareth Menezes e Bruno Monteiro nas obras do Novo TCA. Foto: Caio Leal

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