Nádia Taquary. Foto: Lucas Assis

De 27 a 31 de agosto, a SP-Arte Rotas 2025 ocupa a Arca, em São Paulo, reunindo 65 expositores de 12 estados brasileiros, além de galerias e projetos da Argentina e da Amazônia Peruana. Após três edições como Rotas Brasileiras, a feira adota novo nome e amplia seu alcance, conectando a produção nacional a outras perspectivas latino-americanas.

Nesta edição, temas como erotismo, território e ambientalismo surgem em suportes variados — pinturas, esculturas, cerâmicas, obras têxteis e instalações de grande escala. O evento traz galerias consagradas como Luisa Strina, Almeida & Dale, Gomide&Co, Mendes Wood DM, Vermelho e Luciana Brito, além de estreantes como MT Projetos de Arte, MaPa Foto, Isla Flotante (Argentina) e Xapiri Ground (Peru).

Em sintonia com a 36ª Bienal de São Paulo, que acontece logo em seguida, Rotas apresenta obras de artistas como Heitor dos Prazeres, Gê Viana, Lidia Lisbôa, Maxwell Alexandre, Rebeca Carapiá, Maria Auxiliadora, Manauara Clandestina e Nádia Taquary.

Entre os destaques curatoriais está o setor Mirante, com direção artística de Rodrigo Moura (Malba, Buenos Aires), reunindo trabalhos em grande formato que exploram identidades brasileiras em diálogo. Outra novidade é o projeto Transe, idealizado por Lucas Albuquerque, que apresenta jovens artistas nacionais e internacionais investigando novas abordagens do não-figurativo.

A programação conta ainda com o Palco SP-Arte (28 a 30/ago), espaço de conversas entre artistas, curadores e colecionadores. A lista de convidados internacionais dobrou em relação ao ano passado, incluindo nomes como Vivian Crockett (New Museum, NY), Larry Ossei-Mensah (Artnoir, EUA), Lucas Morin (Jameel Arts Centre, Dubai) e Jennifer Inacio (Pérez Art Museum, Miami).

‘Odô’, Nádia Taquary. Foto: Divulgação/Paulo Darzé Galeria

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