
Na última terça-feira (21), o presidente Donald Trump anunciou que prorrogou, indefinidamente, o prazo do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã com o intuito de manter as negociações de paz. Em publicação nas redes sociais, o líder estadunidense afirmou que a decisão aconteceu após pedido do primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, e do Marechal Asim Munir — o país tem mediado as discussões. Durante a pausa do conflito, os bloqueios continuarão vigentes e as tropas americanas permanecerão “prontas e aptas”.
“Considerando que o governo do Irã está seriamente fragmentado, o que já era esperado, e a pedido do Marechal de Campo Asim Munir e do Primeiro-Ministro Shehbaz Sharif, do Paquistão, fomos solicitados a suspender nosso ataque ao Irã até que seus líderes e representantes apresentem uma proposta unificada. Portanto, ordenei que nossas Forças Armadas mantenham o bloqueio e, em todos os outros aspectos, permaneçam prontas e aptas, e, consequentemente, prorrogarei o cessar-fogo até que a proposta seja apresentada e as discussões sejam concluídas, seja de uma forma ou de outra”, afirmou Trump, em post na Truth Social.
O cessar-fogo anterior tinha validade até esta quarta-feira (22) e, apesar de ter estendido o prazo, Trump afirmou à Bloomberg no início da semana de que considerava “improvável” a extensão da pausa. Durante a semana ele ainda reforçou que, em caso dos países não chegarem a um acordo, o EUA continuaria bombardeando o Irã.

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