
O associado do Yacht Clube da Bahia que deu origem à repercussão de um relato de suposta agressão contra uma funcionária da instituição se retratou formalmente junto à diretoria do clube. Em carta, ele reconhece erros na forma como apresentou as informações e pede desculpas pela maneira como conduziu o caso, que ganhou repercussão nos últimos dias. A denúncia apontava que uma colaboradora teria sido agredida nas dependências do clube após declarar intenção de votar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a carta, o associado tomou conhecimento do episódio por meio de um familiar e, indignado com o relato, enviou um áudio privado a uma jornalista.
No documento, ele admite ter afirmado que sua mãe havia presenciado a suposta agressão, quando, na realidade, ela havia ouvido o relato de terceiros. Também reconhece que procurou a imprensa antes de acionar os canais internos da instituição. O associado afirma ainda que o áudio foi enviado a uma única pessoa, em caráter privado, sem autorização para divulgação. A retratação ocorre após o Yacht Clube da Bahia informar que encaminhou o caso à Polícia Civil da Bahia, colocando à disposição das autoridades documentos, registros internos e imagens do sistema de monitoramento.
Na apuração interna, segundo a instituição, as imagens de segurança não mostraram a agressão relatada. O clube também informou que a funcionária negou ter sofrido violência. Com base nessa apuração, a instituição afirmou que não houve agressão. Na carta, o associado lamenta a repercussão do episódio para o clube e seus integrantes e declara confiar na condução da apuração pela diretoria. A retratação acrescenta um novo desdobramento ao caso, com o reconhecimento de erros na apresentação inicial do relato.

Onde mais encontrar o Anota Bahia:
📱 Redes: Instagram, Threads, Facebook, X e LinkedIn
📰 Notícias: Google Notícias
🎥 Vídeos: YouTube




